TAPETE DE HISTÓRIA


TAPETE DE HISTÓRIA


HISTÓRIA

Há muitos e muitos anos que a contação de histórias habita o mundo das escolas, mas muitos professores ainda não descobriram o quanto as histórias podem ajudá-los em sua missão de educadores.

Podemos dizer que o principal objetivo de contar uma história em sala de aula é DIVERTIR, estimulando a imaginação dos alunos. Mas juntamente com este clima de alegria e interesse que a história desperta pode a história atingir outros objetivos, como: educar, instruir, desenvolver a inteligência, ser o ponto de partida para ensinar algum conteúdo programático ou mesmo ser um dos instrumentos para tentar entender o que se passa com os alunos no campo pessoal, pois, muitas vezes, durante a história eles falam do que os está incomodado sem vergonha ou medo, já que se vêem dentro da mesma.

Uma história bem contada pode ajudar o aluno a interessar-se pela aula. Permite, em geral, a auto-identificação, favorecendo a aceitação de situações desagradáveis e ajudando a resolver conflitos. Agrada a todos sem fazer distinção de idade, de classe social, de circunstância de vida.

Todo professor tem dentro de si um contador de histórias, apenas precisa encontrá-lo e aprimorá-lo.

Para que isto aconteça pode-se levar em consideração, segundo Malba Tahan, algumas características que um bom contador de histórias deve ter:

1ª – Sentir, ou melhor, viver a história; ter a expressão viva, ardente, sugestiva.

A história deve despertar a sensibilidade de quem a conta, sem emoção, não terá sucesso.

2ª – Narrar com naturalidade, sem afetação.

O vocabulário utilizado deve ser adequado ao público ouvinte. Na oralidade é preciso ser mais claro e objetivo, sendo necessário, às vezes, completar as idéias da história.

3ª - Conhecer com absoluta confiança o enredo.

O contador tem que estar seguro sobre o que vai contar, do contrário é melhor não contar.

4ª – Dominar o interesse do público.

Sempre buscar maneiras de fazer com que os ouvintes permaneçam concentrados na história.

5ª – Contar dramaticamente.

O contador pode se passar por algum dos personagens ou por todos.

6ª – Falar com voz adequada, clara e agradável.

Não convém falar em falsete ou impostando a voz, a não ser que seja em momentos específicos para caracterizar um personagem.

7ª – Ser comedido nos gestos.

Se exagerar em gestos sem objetivos, quando fizer um que seja necessário para melhor entender a história, não será notado.

8ª – Ter espírito inventivo e original.

Contar as histórias com suas próprias palavras – contar o que está velho de forma nova. Se a história for de livro deve ser adaptada, pois a linguagem escrita é diferente da oral.

9ª – Ter estudado a história.

Não é necessário decorar, mas sim testar diversas possibilidades de exploração oral para contar com espontaneidade.

Na utilização da contação de histórias em sala de aula todos saem ganhando, seja o aluno, que será instigado a imaginar e criar, seja o professor, que terá uma aula muito mais agradável e produtiva.

ESTE TAPETE DE HISTÓRIA IRÁ AJUDAR O PROFESSOR A CONTAR A HISTÓRIA NA RODINHA, UTILIZANDO DEDOCHES  DE FELTRO.

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